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sexta-feira, 22 de março de 2013





O místico



Segundo Antônio Baixinho, mesmo ele sendo devoto de ‘padim pade ciço’, voto não tem religião; venha de onde vier sempre será bem vindo.
Em plena campanha política, ele foi num caminhão lotado de crente a um culto. Os crentes cantavam um hino a todos pulmões. “O sangue de Jesus me levou. Alegre cantarei pelo senhor Jesus que me salvou”.
Antônio Baixinho, mais desafinado do que penico em goteira, cantava junto com os crentes.
Numa determinada curva, o caminhão quebra a barra da direção – é o novo! ---, e foi crente para todo lado. Um deles, com medo de morrer, se agarrou com Antônio Baixinho e gritou:
--Valei-me meu padim pade Ciço!